quarta-feira, 24 de fevereiro de 2016

Como eliminar a Lipoxigenase da Soja

        Lipoxigenase é um elemento que existe entre o grão e a casca da soja, que dá cheiro e sabor fortes, a qualquer prato preparado com soja...

 

        Alguns procedimentos para eliminar a lipoxigenase.

 

1)   Nunca lavar a soja em água fria e nem colocar de molho em água fria. Nem colocar em vasilha umedecida, mas sim tudo bem seco.

2)   Levar uma panela com água ao fogo, para ferver.

3)   Colocar a soja na água fervendo e quando novamente levantar fervura, deixar cozinhar por mais 5 minutos, eliminando assim a lipoxigenase, fazendo com que a soja passe a ter sabor e cheiro agradáveis.

4)   Retirar do fogo após os 5 minutos de fervura, lavar com água fresca e levar ao fogo com água fresca acima da soja 2 dedos, para cozinhar por 15 a 30 minutos, dependendo da consistência desejada. A soja fica sem cheiro e com sabor muito parecido com o do feijão comum.

5)   Escorrer a água e lavar em água fresca para poder retirar a casca que sai com muita facilidade.

6)   Colocar a soja escorrida, em guardanapo de prato limpo e seco, esfregando os grãos com as 2 mãos. Dessa maneira obtem-se as cascas e os grãos separados em 2 metades.

7)   Eliminar as cascas e lavar a soja com água fresca. Escorrer.

quarta-feira, 16 de dezembro de 2015

Lagarto a escabeche



1 lagarto fino e compridinho, com cerca de 1 ½ kg
Conservar a pele que envolve o lagarto.

Tempero para cozinhar o lagarto

½ copo (americano) de vinagre
1 copo (americano) de água
2 colheres (sopa) de óleo

1)   Levar ao fogo baixo uma panela de pressão com o lagarto, o vinagre, o óleo e a água. Quando chiar marcar meia hora, abrir a panela, virar a carne, tampar a panela e com o fogo no mínimo, marcar mais meia hora. Abrir a panela e tirar a carne.
2)   Quando a carne estiver fria, embrulhar em papel alumínio e deixar permanecer na geladeira até o dia seguinte.
3)   No dia seguinte – desembrulhar a carne e com uma faca bem afiada, fatiar bem fino. Reservar.

Molho
1 vidro de 400 grs de catchup
5 colheres (sopa) de puropurê de tomate
12 colheres (sopa) de vinagre de vinho tinto
2 colheres (sopa, cheia) de mostarda em pasta
1 colher (sobremesa) de sal
4 ½ xícaras (chá) de salsa picada
1 ½ xícara (chá) de óleo

Outro ingrediente
1 kg e 300 grs de cebola menor que média

1)   Despejar o catchup numa tigela.
2)   Juntar o puropurê, o vinagre, o sal, a mostarda e misturar bem. Experimentar o sal e o azedinho do vinagre. Se for necessário, corrigir.
3)   Acrescentar a salsa e misturar.
4)   Juntar o óleo e mexer para misturar bem.
5)   Numa vasilha funda e grande, fazer camadas de carne e molho, até terminar com carne. Reservar.

6)   Deixar sobrar na tigela, boa quantidade de molho, para envolver as cebolas.

Como preparar as cebolas

1)   Descascar as cebolas, cortar em 4 partes no sentido da altura, desfolhar e lavar.
2)   Colocar todas numa panela grande, cobrir com água fresca e pura e levar sem tampa ao fogo, para aquecer bem, até pouco antes de levantar fervura, sempre afundando com espumadeira. Retirar do fogo e virar num escorredor de macarrão, para balançando, escorrer bem toda a água.
3)   Bem escorridas, juntar ao molho na tigela, misturar bem e colocar todas sobre a carne reservada.
4)   Depois que a cebola estiver bem fria, tampar e conservar na geladeira.

Servir com pão fresco como sanduiches em lanches, com arroz branco, com salada mista e também com maioneses.

quarta-feira, 18 de novembro de 2015

Lançamento da coleção Almoco da Bisa

Lançamento dos Livros Bife e Salada

quarta-feira, 7 de outubro de 2015

quarta-feira, 23 de setembro de 2015

Reportagem da Revista pais&filhos. Coleção Almoço da Bisa.



Perguntas para Wanda:

1-      Você é uma bisavó de “mão cheia”. O que você acha dessas novas gerações de mães que estão se formando? Percebe uma diferença nas mesas das famílias? Qual o impacto dessas mudanças (de saúde e de cultura)?:

     Respostas : Atualmente, as pretensas mães de família, não querem ou não pretendem atuar na cozinha. Muitas delas nem querem estragar as mãos, o esmalte e nem cheirar a tempero. Será que podemos culpar as mães, frutos de uma geração assoberbada com tanta aprendizagem diversificada, agradando mães orgulhosas de suas filhas modernizadas, sem perceberem o erro  de que " quem não sabe fazer, não sabe mandar". Para a saúde, esse hábito de alimentação diária com lanche, além de impedir refeições sadias, se afastam do saudável hábito da família reunida à volta da mesa, quando todos comungavam os mesmos objetivos e as conversas e as trocas de ideias interessavam a todos os familiares. 

2-      Suas filhas e netas “puxaram” esse lado seu da cozinha?

     Respostas : Minha filha Wandinha, cozinha relativamente bem, mas não é muito afeita a essas maravilhas culinárias. Ela se sente melhor realizando atos de caridade, sempre engajada a movimentos caritativos onde realiza verdadeiros milagres. Mas minha neta Bárbara, essa sim, tem o dom de realizar coisas surpreendentes na cozinha, que muito agradam além do paladar saboroso, também  se aprecia um lindo visual. Haja vista que seu estudo acadêmico se fez em faculdade de culinária e afins. 

3-      De uma dessas receitas do livro de arroz tem alguma que é realmente tradicional sua e da sua família?

     Respostas : Sim, o arroz de todos os dias, o arroz mole paulista, arroz com passas, arroz de carreteiro do Ley (meu irmão), arroz de festa no micro-ondas. arroz de Braga da cunhada Ignês, o arroz doce da Wandinha (minha filha) e tantos outros ainda, que fazem crescer a lista.
 

4-      O costume dos livros de receita foi passado para você? E para as outras gerações da família?

     Respostas : Não, isso é coisa minha pois gosto de organização e de conservar o mesmo lugar de todas as coisas. Dessa maneira, quando procuro qualquer coisa ou objeto encontro porque sei onde encontrar. Assim eram e continuam sendo conservadas as receitas. Minha mãe Anna era exímia cozinheira, especialista em variadas preparações culinárias da cozinha italiana, desde quando, ela como a filha primogênita aprendeu a arte dos preparativos na cozinha, com seu pai, meu avô Arthur, que amava cozinhar e o realizava muito bem e ainda apreciava seus quitutes tão saborosos. Minha avó Rosa sempre às voltas com filhos pequenos (com uma prole de 13 filhos) não dispunha de tempo para a cozinha. As filhas mais velhas eram obrigadas a decorar o que aprendiam com o pai, para nunca recorrer a anotações de recitas. Tinham que saber realizar todas as preparações, com desenvolta e presteza.
5-      Algumas mulheres mais velhas (a minha bisavó diz isso) dizem que “quem sabe cozinhar um bom arroz”, cozinha qualquer coisa. Você acredita nisso?
 

     Respostas : Acredito sim!!!  Outro dia, ouvi uma senhora que me perguntou. ---Nesse seu livro tem receitas de arroz simples de todo dia ? Quando respondi que sim, ela desabafou. --- Que bom, então agora vou acertar fazer um arroz que acredito, bem gostoso. Continuando, ela me confessou o seu problema... todas as vezes que tentei cozinhar um arroz para saborear quentinho, que é o meu sonho, foi um desastre culinário. Não consegui  comer, porque em nunhuma das vezes acertei!!!  Não acertando o arroz, desisti de me aventurar na cozinha, por me julgar incapaz.

Lançamento do meu Livro Feijão.

Este é o segundo Livro lançado pela Editora Dash.
 
Feijão
 

quarta-feira, 16 de setembro de 2015